Em 1988, um ano após a assinatura do Protocolo de Kyoto, tem início o desenvolvimento do processo DPC, com a observação científica dos diversos sistemas de produção de carvão vegetal, onde há, invariavelmente, 3 estágios: secagem (drying), carbonização (pyrolysis) e resfriamento (cooling).

O ponto de partida foi o vácuo tecnológico entre a floresta plantada e as usinas siderúrgicas consumidoras de carvão vegetal, a necessidade de otimizar-se o processo de carbonização.

A iniciativa resultou num projeto científico notável, hoje tecnologia que opera em diversas plantas o processamento térmico da biomassa e obtém energia, de maneira inteligente, de qualquer material orgânico.

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